Chegou-se a mim naquele bar da marginal agarrou-se como uma preguiça ao tronco da árvore com unhas bem afinadas para o toque da dança e empurrou-me adentro da minha insignificância. Tive medo de tanta oferta e não sendo cego desconfiei.
Cheguei-me a ti, naquele bar da marginal e agarrei-me como o desejo agarra o desejo. Ou como se agarra um tronco em águas caudalosas. Minha arma era a dança. Depois aconchegar meu corpo no teu peito largo. Mas não confiaste.
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Cheguei-me a ti, naquele bar da marginal e agarrei-me como o desejo agarra o desejo. Ou como se agarra um tronco em águas caudalosas. Minha arma era a dança. Depois aconchegar meu corpo no teu peito largo.
Mas não confiaste.
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